Numa festa estranha com gente esquisita
Eu já não tava legal de tanta birita
O tal moço riu e quis saber um pouco mais
Sobre a mocinha que tentava impressionar
E eu já meio tonta só pensava em ir pra casa
- só não sabia quem eu ia levar
A gracinha da estória acaba por aqui.
Porque o Mônico da estória virou um pré Atração Fatal à la Glenn Close:
no estacionamento do prédio, uma pergunta de arrepiar:
- tem certeza que é isso que você quer?
Eu olhei pro lado: tá falando comigo? - jurava que o cara lia algum texto numa cartolina qualquer!
Eu vou poupar o leitor de toda parte erótica (e chata) do episódio.
Porque o final virou uma Relação de 15 anos:
um casal entre lençóis discutindo o futuro, o sexo, o compromisso, a fidelidade.
Ei! Calma, amigo! Eu só te convidei pra subir, não pra casar!
Não deu certo: o moço surtou de vez, falou horrores de mim e pra mim.
E saiu da minha casa com a frase de efeito:
- Eu só não queria ser mais um na sua vida...
(por erva venenosa)
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23 agosto 2010
19 janeiro 2010
Máscara
- mãe, conheci um cara no reveillon
- é, e aí?
- e ele me ligou dois dias depois
- hmm, que bom, minha filha. e agora?
- e agora que ele não me ligou mais. vamos ver o que acontece
...
- mãe, lembra do cara do reveillon?
- han han, lembro
- eu encontrei com ele ontem, no pier
- ah, que bom minha filha. e como foi?
- deve ter sido ótimo pra ele - tava com uma menina bem alta, morena, com cabelos bem longos.
- é minha filha? ... e agora?
- e agora que ele com certeza não vai me ligar mais e então não tem mais nada para ver e acontecer.
- é, filha, pelo menos ele foi desmascarado logo, né? agora você já sabe quem ele é.
- ou não, né mãe. ou não...
- é, e aí?
- e ele me ligou dois dias depois
- hmm, que bom, minha filha. e agora?
- e agora que ele não me ligou mais. vamos ver o que acontece
...
- mãe, lembra do cara do reveillon?
- han han, lembro
- eu encontrei com ele ontem, no pier
- ah, que bom minha filha. e como foi?
- deve ter sido ótimo pra ele - tava com uma menina bem alta, morena, com cabelos bem longos.
- é minha filha? ... e agora?
- e agora que ele com certeza não vai me ligar mais e então não tem mais nada para ver e acontecer.
- é, filha, pelo menos ele foi desmascarado logo, né? agora você já sabe quem ele é.
- ou não, né mãe. ou não...
14 dezembro 2009
a ignorância é uma benção
acho q eu queria ter nascido bem burra
e bem sem noção.
e bem despreocupada.
e bem sem juízo.
e bem sem vergonha.
talvez assim pudesse crescer e viver sem almejar nada.
sem sentir falta de nada.
sem carregar culpa pelas escolhas erradas.
de fato. a ignorância é uma benção.
e bem sem noção.
e bem despreocupada.
e bem sem juízo.
e bem sem vergonha.
talvez assim pudesse crescer e viver sem almejar nada.
sem sentir falta de nada.
sem carregar culpa pelas escolhas erradas.
de fato. a ignorância é uma benção.
09 dezembro 2009
Síndrome de Fim de Ano
e eu me sinto totalmente inadequada, inútil, burra, feia e chata.
e falto aula e dá sono e vontade de chorar.
e sem comer e sem beber e sem nada pra se lamentar.
fora torcer pro próximo ano vir logo, que esse sim, deverá ser bemmm melhor.
(não é possível!)
essa minha sensação de não caber, de não pertencer, de simplesmente ser tão única, tão ímpar, tão singular, que vivo sozinha e só.
saco.
cansada.
(por erva venenosa)
18 outubro 2009
Automóvel
Gente, e daí que meu carro está na oficina sendo praticamente refeito.
Isso que dá ficar nove anos usando uma máquina sem os devidos cuidados. 15 dias parada.
Então que meu pai tem um novo hobby que é frequentar leilão comprar carro de zero reais por mil.
E ele, que não tem nada de turco, que não vendo nota de cinco por um, comprou um Uno 97 - está à venda por 6 mil, vai? - e botou na minha mão.
Enquanto o meu carro fica no estaleiro, eu dirijo um carrinho de bate-bate pelas largas avenidas da capital do Brasil.
Dou muita risada.
E me irrito bastante.
Sem freio de mão, com o limpador de pára-brisa funcionando quando quer e o um negocinho que armazena água vazando - eu ando de quarta, com uma garrafa pet de água para eventuais "refill" do vazamento, e ah! - NUNCA MAIS NINGUÉM OLHOU PRA MIM NO TRANSITO!
Isso mesmo, preconceito baseado na idade, não a minha (que também seria até justificável) mas na do carro!
Senhoras, amigas, danadas de plantão: se a meta é azarar no trânsito, o carro importa. Importado seria o ideal!
Mas, eu que sempre tive carro popular nunca me vi fadada ao anonimato no trânsito até dirigir um réle Uno Mille branco no céu de Brasília.
Péssimo para a auto-estima do ser humano carente e sozinho.
Pelo menos não ando de ônibus...
Mas não é que sábado à tarde, no Grande Circular, notei olhares interessantes endereçados à minha pessoa?
Vai ver que Mercedes-Benz - mesmo que busão - tá valendo mais que Fiat 97 no tabuleiro do amor...
postado por Erva Venenosa
13 julho 2009
monstro
O ciúme é um monstro verde pequenininho que, quando recebe a comidinha certa, vai crescendo, crescendo, crescendo, até se transformar num Godzila de olhos vermelhos, que solta fogo pelas ventas e baba litros de ácido sulfúrico.
(por Wyborowa)
(por Wyborowa)
04 junho 2009
questões tostines
mais sexo faz as pessoas mais felizes?
pessoas q não fazem sexo são infelizes?
pessoas q fazem pouco sexo são mais tristes?
pq tem gente q é alegre mesmo celibato?
e pq tem gente q faz sexo sempre e mesmo assim é rabugento?
alegria e sexo têm mesmo alguma relação?
pq inventaram o sexo?
e pq inventaram a alegria?
e pq inventaram os seres humanos?
oh, céus!
26 abril 2009
cura?
há chance de se tratar uma cleptomaníaca, antes dela começar a roubar coisas q já pertecem a outras pessoas?
20 janeiro 2009
Lema para 2009
foda-se foda-se foda-se
este será meu lema para o ano que começa.
foda-se em todos os sentidos
posições
entonações
interpretações
nem penso no futuro
deprimente demais
este será meu lema para o ano que começa.
foda-se em todos os sentidos
posições
entonações
interpretações
nem penso no futuro
deprimente demais
16 novembro 2008
ânsias
Anseio tanto, tanto
Que o desejo me arrasta
Para uma emboscada
Antes que eu consiga encostá-lo um dedo
Ou sequer mirá-lo nos olhos.
Entrego-me inocentemente
E a agonia da impossibilidade
Embrulha-me o estômago num enjôo doído
De convulsões interiores
Perigos iminentes
Irracionalidades
E lágrimas que se cansaram de cair.
(Além disso,
Tenho um pé que se mexe independente da minha vontade
Até dormindo
A minha insatisfação se manifesta.)
É uma agonia diária
Um desespero sistemático
Uma impaciência que não termina nunca
Um desacordo perpétuo
Um incômodo permanente
Uma sensação de ser inadequada
Que me imobiliza
Me desarma
E me dói.
Eu não sei explicar isso para as outras pessoas.
Parece que falo demais, que reclamo demais, que sou exigente demais, ou mesmo arrogante demais, mas isso vem de uma força maior, cerebral, que apesar de dentro de mim, não consigo controlar sozinha. É impossível, sem me conhecer, que um outro não me ache tranqüila o suficiente para estagnar de bom grado e sem sofrimento algum; acorrentar-me, alegre e solícita, a qualquer pé de mesa de repartição pública, sem mais nada querer além de uma bola de ferro bem pesada que garanta o meu lugarzinho no céu. Meu emprego seguro me lançou um olhar de Medusa e agora estarei ali, petrificada por vinte e cinco anos? Isso me dá ânsias de vômito.
A propósito, o amor também.
Já chego a ter horror dele, o que é bom, porque me ajuda a não me apaixonar mais. Ultimamente, essa fobia de amor me tem sido protetora. É que não sei lidar com ele. Minha ignorância sentimental é infinita. Sou de uma inabilidade a toda prova. E estou certa de ser incompetente para amar quem quer que seja (sem dramas; é a pura constatação da realidade). Não entendo bem o que acontece, qual é o meu defeito fundamental, que não sei me fazer amada – esse é o grande mistério da minha vida! Aliás, permeio uma contradição peculiar: no namoro, quando tento ser boa, pareço ruim, e quando consigo ser ótima, me torno pior ainda. Pelo menos hoje tenho consciência de tudo isso, o que é bom, porque cada nova lapada vem seguida de menos e menos dor. Eu sei que um vai dizer “é assim com todo mundo”. Mas eu já vivi o suficiente para dizer com toda a certeza que “não é não.” Tenho 38 anos e sou completamente só.
As náuseas disparam contra mim.
Escrevi roteiros que nunca vou filmar. Comprei livros que nunca li (será que ainda vou ler?). Gastei dinheiro com roupas que só usei uma vez. Preencho páginas e páginas de documentos do Word que não publico. Tenho tintas, telas, pincéis, lápis, um bom traço, mas não me dedico a pintar. Crio idéias e teses que que não se tornarão um mestrado. O inconformismo esbarra na falta de disposição para tudo e assim... Paro.
Estou com insônia de novo. Acho que a noite vai ser longa. E minhas ânsias, intermináveis.
(por Wyborowa)
Que o desejo me arrasta
Para uma emboscada
Antes que eu consiga encostá-lo um dedo
Ou sequer mirá-lo nos olhos.
Entrego-me inocentemente
E a agonia da impossibilidade
Embrulha-me o estômago num enjôo doído
De convulsões interiores
Perigos iminentes
Irracionalidades
E lágrimas que se cansaram de cair.
(Além disso,
Tenho um pé que se mexe independente da minha vontade
Até dormindo
A minha insatisfação se manifesta.)
É uma agonia diária
Um desespero sistemático
Uma impaciência que não termina nunca
Um desacordo perpétuo
Um incômodo permanente
Uma sensação de ser inadequada
Que me imobiliza
Me desarma
E me dói.
Eu não sei explicar isso para as outras pessoas.
Parece que falo demais, que reclamo demais, que sou exigente demais, ou mesmo arrogante demais, mas isso vem de uma força maior, cerebral, que apesar de dentro de mim, não consigo controlar sozinha. É impossível, sem me conhecer, que um outro não me ache tranqüila o suficiente para estagnar de bom grado e sem sofrimento algum; acorrentar-me, alegre e solícita, a qualquer pé de mesa de repartição pública, sem mais nada querer além de uma bola de ferro bem pesada que garanta o meu lugarzinho no céu. Meu emprego seguro me lançou um olhar de Medusa e agora estarei ali, petrificada por vinte e cinco anos? Isso me dá ânsias de vômito.
A propósito, o amor também.
Já chego a ter horror dele, o que é bom, porque me ajuda a não me apaixonar mais. Ultimamente, essa fobia de amor me tem sido protetora. É que não sei lidar com ele. Minha ignorância sentimental é infinita. Sou de uma inabilidade a toda prova. E estou certa de ser incompetente para amar quem quer que seja (sem dramas; é a pura constatação da realidade). Não entendo bem o que acontece, qual é o meu defeito fundamental, que não sei me fazer amada – esse é o grande mistério da minha vida! Aliás, permeio uma contradição peculiar: no namoro, quando tento ser boa, pareço ruim, e quando consigo ser ótima, me torno pior ainda. Pelo menos hoje tenho consciência de tudo isso, o que é bom, porque cada nova lapada vem seguida de menos e menos dor. Eu sei que um vai dizer “é assim com todo mundo”. Mas eu já vivi o suficiente para dizer com toda a certeza que “não é não.” Tenho 38 anos e sou completamente só.
As náuseas disparam contra mim.
Escrevi roteiros que nunca vou filmar. Comprei livros que nunca li (será que ainda vou ler?). Gastei dinheiro com roupas que só usei uma vez. Preencho páginas e páginas de documentos do Word que não publico. Tenho tintas, telas, pincéis, lápis, um bom traço, mas não me dedico a pintar. Crio idéias e teses que que não se tornarão um mestrado. O inconformismo esbarra na falta de disposição para tudo e assim... Paro.
Estou com insônia de novo. Acho que a noite vai ser longa. E minhas ânsias, intermináveis.
(por Wyborowa)
21 outubro 2008
De-tox
Parei de tomar café
Comecei uma dieta hoje.
Tem três meses que vou à academia religiosamente para fazer musculação
Estou na dança do ventre
E pretendo começar a correr no parque com a chegada desse horário de verão
Isso aí tudo entre o trabalho, os dois freelas e a meditação no Templo
E por incrível que pareça, ainda me sobra tempo pra pensar na solidão.
Comecei uma dieta hoje.
Tem três meses que vou à academia religiosamente para fazer musculação
Estou na dança do ventre
E pretendo começar a correr no parque com a chegada desse horário de verão
Isso aí tudo entre o trabalho, os dois freelas e a meditação no Templo
E por incrível que pareça, ainda me sobra tempo pra pensar na solidão.
14 setembro 2008
perigo, perigo, perigo!
reclamo da vida de casada, mas sou maricas demais. morro de medo de ficar sozinha.
e nas festas, morro de medo de olhar pros lados e de repente ver alguém interessante q pareça valer a pena. alguém pra jogar tudo pro alto. e mudar.
olho desfocado, sem ver nada.
olho e viro rápido.
olho e desvio, com medo de não ser olhada de volta.
olho o relógio e penso em voltar pra casa. onde não há perigo.
não há perigo algum,
nem o perigo de ser feliz de verdade.
antes eu queria me expor. me arrumava pra sair. queria existir de verdade.
hoje, nem tenho coragem de trocar os óculos pelas lentes. ou de vestir aquela blusinha nova.
estou me dando por vencida.
tão nova!
e tão maricas!
(por menina veneno)
.
e nas festas, morro de medo de olhar pros lados e de repente ver alguém interessante q pareça valer a pena. alguém pra jogar tudo pro alto. e mudar.
olho desfocado, sem ver nada.
olho e viro rápido.
olho e desvio, com medo de não ser olhada de volta.
olho o relógio e penso em voltar pra casa. onde não há perigo.
não há perigo algum,
nem o perigo de ser feliz de verdade.
antes eu queria me expor. me arrumava pra sair. queria existir de verdade.
hoje, nem tenho coragem de trocar os óculos pelas lentes. ou de vestir aquela blusinha nova.
estou me dando por vencida.
tão nova!
e tão maricas!
(por menina veneno)
.
05 setembro 2008
des-Ilusão
Depois de um ano - EXATO! - do pior pé na bunda da minha vida
Me tornei mais desplugável
Pisou na bola? - desplugo
Esqueceu meu aniversário? - offline
Não pediu desculpas? - "sua chamada está sendo encaminhada para caixa de mensagens..."
E o melhor! Sem CRISES!
Economizo ENERGIA
Me recomponho mais rápido
E estabeleço relações cada vez mais REAIS
Açao e reação
Causa e consequência
Muito mais física mecânica que Branca de Neve
E tudo isso sem custar nada! Nenhum tostão no débito!
Sem cheques pré-datados até o fim do ano!
Não
Tudo aqui e agora gratuitamente!
Basta apertar AQUI
No botão DES-ILUSÃO
Me tornei mais desplugável
Pisou na bola? - desplugo
Esqueceu meu aniversário? - offline
Não pediu desculpas? - "sua chamada está sendo encaminhada para caixa de mensagens..."
E o melhor! Sem CRISES!
Economizo ENERGIA
Me recomponho mais rápido
E estabeleço relações cada vez mais REAIS
Açao e reação
Causa e consequência
Muito mais física mecânica que Branca de Neve
E tudo isso sem custar nada! Nenhum tostão no débito!
Sem cheques pré-datados até o fim do ano!
Não
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18 agosto 2008
Erro
Eu tive uma atitude muito errada ontem.
Estou profundamente arrependida e angustiada.
Pedi desculpas.
Mas por enquanto, só silêncio...
(por erva venenosa)
Estou profundamente arrependida e angustiada.
Pedi desculpas.
Mas por enquanto, só silêncio...
(por erva venenosa)
15 agosto 2008
Prazo de validade
O Buda que me desculpe, mas três semanas seguidas de voluntariado
Tá pegando na minha vida social.
Sem energia pra fazer mais nada, vou pra casa dormir.
E tudo bem que meu coração (ainda) está ocupado pelo Lorde...
Mas eu preciso DAR!
(por erva venenosa)
Tá pegando na minha vida social.
Sem energia pra fazer mais nada, vou pra casa dormir.
E tudo bem que meu coração (ainda) está ocupado pelo Lorde...
Mas eu preciso DAR!
(por erva venenosa)
01 agosto 2008
03 julho 2008
Pelo canto da boca
Olha, isso é contra minha postura budista mas a gente criou este blog pra isto
pra falar de sexo e pra falar mal da vida alheia.
não estamos cumprindo a tal premissa,
então, vou voltar `as raízes:
Eu ando se saco cheio de gente que reclama o dia todo por causa de tudo.
Reclama das mesmas coisas, cem vezes repetidas.
Tá certo, não me afeta porque estou treinada - não me deixo levar por críticas e reclamações sobre a minha pessoa.
Se tem algo ruim em mim e você quer me dizer - sem problemas - mas fale com educação e principalmente
me aponte uma alternativa.
Não vem com cinco pedras, não!
Outra coisa que me irrita - ficar fazendo intriga entre as pessoas.
Meu, relaxa - eu já detesto gente suficiente na vida, não preciso de empurrãozinho de ninguém.
E acredite - eu enxergo os defeitos alheios. Só não acho que justifica ferrar os outros por isso!
Vamos só colaborar o máximo possível pra acabar logo, ok?
Aí todo mundo pode ir pra casa sem mais delongas.
E quer saber? Os incomodados que se retirem!
Não tá feliz, tem fila pra ficar no seu lugar!
Se não há absolutamente nada que recompense seu sofrimento terrível - tchau!
Sério, não dá pra perder tempo puxando o tapete dos pés dos outros -
Até porque, que tapete? Tá todo mundo andando no asfalto quente há tempos!
Cansa, cansa mesmo.
Ser equipe com gente que não divide, que não coopera, e que ainda joga na fogueira quem tenta se entrosar.
Ufa!
Se não fosse o Buda -
Alguém ia ouvir uns bons palavrões...
Por fim, sei que é terrível, mas -
DEPOIS NÃO DIGAM QUE FOI POR FALTA DE AVISO!
(por erva venenosa)
pra falar de sexo e pra falar mal da vida alheia.
não estamos cumprindo a tal premissa,
então, vou voltar `as raízes:
Eu ando se saco cheio de gente que reclama o dia todo por causa de tudo.
Reclama das mesmas coisas, cem vezes repetidas.
Tá certo, não me afeta porque estou treinada - não me deixo levar por críticas e reclamações sobre a minha pessoa.
Se tem algo ruim em mim e você quer me dizer - sem problemas - mas fale com educação e principalmente
me aponte uma alternativa.
Não vem com cinco pedras, não!
Outra coisa que me irrita - ficar fazendo intriga entre as pessoas.
Meu, relaxa - eu já detesto gente suficiente na vida, não preciso de empurrãozinho de ninguém.
E acredite - eu enxergo os defeitos alheios. Só não acho que justifica ferrar os outros por isso!
Vamos só colaborar o máximo possível pra acabar logo, ok?
Aí todo mundo pode ir pra casa sem mais delongas.
E quer saber? Os incomodados que se retirem!
Não tá feliz, tem fila pra ficar no seu lugar!
Se não há absolutamente nada que recompense seu sofrimento terrível - tchau!
Sério, não dá pra perder tempo puxando o tapete dos pés dos outros -
Até porque, que tapete? Tá todo mundo andando no asfalto quente há tempos!
Cansa, cansa mesmo.
Ser equipe com gente que não divide, que não coopera, e que ainda joga na fogueira quem tenta se entrosar.
Ufa!
Se não fosse o Buda -
Alguém ia ouvir uns bons palavrões...
Por fim, sei que é terrível, mas -
DEPOIS NÃO DIGAM QUE FOI POR FALTA DE AVISO!
(por erva venenosa)
09 maio 2008
27 abril 2008
jiló
Se a gente lembra só por lembrar
O amor que a gente um dia a gente perdeu
Saudade inté que assim é bom
Pro cabra se convencer
que é feliz sem saber
Pois não sofreu
Porém se a gente vive a sonhar
Com alguém que se deseja rever
Saudade intonce aí é ruim
Eu tiro isso por mim
Que vivo doido a sofrer
Ai quem me dera voltar
Pros braços do meu xodó
Saudade assim faz roer
E amarga que nem jiló
Mas ninguém pode dizer
Que me viu triste a chorar
Saudade, o meu remédio é cantar
Saudade, o meu remédio é cantar.
(por erva venenosa)
O amor que a gente um dia a gente perdeu
Saudade inté que assim é bom
Pro cabra se convencer
que é feliz sem saber
Pois não sofreu
Porém se a gente vive a sonhar
Com alguém que se deseja rever
Saudade intonce aí é ruim
Eu tiro isso por mim
Que vivo doido a sofrer
Ai quem me dera voltar
Pros braços do meu xodó
Saudade assim faz roer
E amarga que nem jiló
Mas ninguém pode dizer
Que me viu triste a chorar
Saudade, o meu remédio é cantar
Saudade, o meu remédio é cantar.
(por erva venenosa)
25 abril 2008
caiu a ficha
... então, não tem mais jeito, né?
... fim é fim, certo?
... alô?
... alô?
(por erva venenosa)
... fim é fim, certo?
... alô?
... alô?
(por erva venenosa)
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